Quantik
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 13/11 Underlab
 14/11 Top Rave Tangará
 
 
 
  
  
  



Sets gravados na última Underlab (07-08-09) clique para baixar

Cleiton Araujo

Gabriel Boni

Gustavo Bongiolo

Pepa @ Underlab is back! (DJ Set)

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14/08/2009 
- D-Edge vem mostrar as imagens-conceito de sua nova pista e fachada.

Na esteira do anúncio da decoração e data de abertura do HOT HOT o D-Edge vem mostrar as imagens-conceito de sua nova pista e fachada. A ampliação, que tem estréia prevista para novembro deste ano, trará novos ambientes ao club da Barra Funda: serão quatro andares, com um lounge e uma nova pista.

"Teremos uma janela única que será uma das paredes novas da pista. E, por meio de espelhos com LED embutidos, o público terá a sensação de uma repetição infinita de luzes. Tanto na pista, quanto fora da casa", diz o artista plástico Muti Randolph, parceiro no projeto com o empresário Renato Ratier, já responsável pela primeira versão do D-Edge/SP. A janela pefa a fachada da avenida do Memorial da América Latina. "Esse é um experimento de dois anos, pensado minuciosamente, assim como todo o novo clube. Todos os detalhes terão tecnologia e design como parâmetro", completa Renato.

Desde sua abertura em São Paulo o D-Edge é referência em design, ganhando menções e prêmios mundo afora. A übercool revista Wallpaper o elegeu como "um dos cinco clubes mais sofisticados do mundo". Também foi capa da revista Frame e, na bíblia do mundo da arquitetura Architecture Now o D-Edge apareceu como "pioneiro na utilização de luz como definidora do espaço".

O som da pista principal também é baseado no sistema Funktion-One. O técnico de som Lonardi Dona (o mesmo que está fazendo o som do HOT HOT, que abre em setembro) explica: "O Funktion-One tem as características acústicas perfeitas que dispensa qualquer outro tipo de equalização suplementar. É controlado digitalmente, o som é direcional e seus drivers não possuem compressão, o que faz com que a distorção seja mínima. É a última palavra em eficiência acústica."

A primeira série de três imagens segue como exemplo da possibilidade de variação de cores da fachada, que será prateada, como um bloco de concreto suspenso:

Aqui uma imagem-conceito em 3D reproduz a nova fachada do D-Edge. O vão abaixo desse concreto terá 22 m e funcionará como a entrada - que muda para a Av. Auro Soares de Moura Andrade:

já na terceira série, fotos de escultura projetada pelo Muti, dá uma ideia do efeito: resultado de experimentos de reflexos infinitos realizados há algum tempo pelo designer.

Aguardamos ansiosos para conferir o novo D-Edge.

Post via rraurl.com




27/07/2009 
- Depeche Mode cancela novamente shows que faria no Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apresentaçõs seriam no Rio e em São Paulo em outubro; foram canceladas devido ao reagendamento da turnê européia.

A banda inglesa Depeche Mode informou nesta quinta-feira, 23, por meio de comunicado em seu site oficial que cancelou os dois shows que faria em outubro no Brasil.

O grupo, que atualmente se apresenta na Europa com sua turnê mundial, alegou problemas decorrentes da alteração de datas na agenda de shows no continente europeu e se desculpou dos fãs brasileiros.

As apresentações canceladas estavam previstas para os dias 22 de outubro, no Rio de Janeiro, e 24, em São Paulo. Os ingressos começariam a ser vendidos em agosto. A banda já havia cancelado shows em maio, quando o vocalista Dave Gahan foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno na bexiga.

Observação: Camilo Rocha via twitter, diz que os shows podem ter sido adiados por falta de pagamento e não por falta de logística ou alteração de datas, sendo que Depeche Mode não cancelou seu show em Buenos Aires – Argentina, dia 17/10.

 

Veja abaixo as datas dos Shows para a América Latina:

 

01/10 Guadalajara - México
03/10 Cidade do México - México
08/10 San Jose - Costa Rica
10/10 Bogotá - Colômbia
13/10 Lima - Perú
15/10 Santiago - Chile
17/10 Buenos Aires - Argentina

 

Post via: Estadão/ Twitter.

 




04/07/2009 
- Bleep Bloop Records lança artista matogrossense

 O DJ e produtor Bruno Rodrigo lançou, esta semana, sua primeira música pelo selo matogrossense Bleep Bloop Records. A faixa, intitulada "Drugs Of Choice" foi remixada por artistas como Attik, Wender A., Talal & Zoi e N-Junior.

 O matogrossense Bruno Rodrigo atualmente reside na Cucuta, Colômbia, onde termina seus estudos, além de se dedicar à produção musical. Bruno também é residente do club Blue Moon onde já tocou com artistas como Juantrack, Lecktra Fire, Lennyn Velez, David Velez, Manny Suares, Lucho, Mariano Santos e Hatiras.

O EP já está disponível em sites de downloads com Beatport, Track-It-Down e Juno.




04/07/2009 
- Artista holandês lança EP por selo matogrossense

 O artista holandês Sean Danke lançou na última semana seu EP "My New Rulez" pelo selo matogrossense Bleep Bloop Records. Suas músicas, que vão do animado tech house ao relaxante deep house, se encontram nos cases de alguns dos maiores DJs do mundo, como Carl Cox e Sasha.

 O EP conta com sete músicas e já está disponível em sites de downloads como Beatport, Track-It-Down e Juno.




02/07/2009 
- Will.Im.am tem na gaveta do estúdio um disco com inéditas do Rei

Em abril o pessoal da Folha Ilustrada entrevistou o Will.Im.am, do Black Eyed Peas, para o lançamento de "Wolverine", conversa vai conversa vem, o papo abordou um assunto muito legal: Michael Jackson.
Em 2006, Will.i.am gravou com ele duas faixas para o disco de 25 anos de "Thriller" (2008); desde então, os dois viraram amigos de infância.
Frequentaram a casa um do outro, fizeram um som, trocaram figurinhas e compuseram algumas músicas ainda inéditas, parte de um CD que, embora pronto,
ficou na gaveta até a morte do astro (dizem que ele tinha medo da reação do público). Ainda não se sabe se algum dia o disco "hip hop" sairá.
O lance é pedir aos céus que esse disco seja lançado, e em breve!

Fonte: Folha Ilustrada




01/07/2009 
- Laurent Garnier, um homem íntegro

Top DJ francês reafirma seu valor, celebra a busca pela satisfação musical e não entende críticas a seu novo disco.

"Paris sempre foi uma cidade mais orientada ao glitter e ao dinheiro do que à real essência da música. O rock & roll e o jazz sempre foram grandes, mas no que diz respeito ao techno, fora três ou quatro lugares underground, a cidade é vazia. A noite noturna por lá é mais sobre ter modelos e as pessoas certas da moda no clube do que estar rolando boa música e pessoas alucinadas com isso."

Vinte anos depois de se estabelecer como o primeiro DJ superstar da França, Laurent Garnier segue como uma das figuras mais opinativas e falantes da cultura dance, comentando tanto sobre suas origens quanto a cultura de celebridade que invadiu a clubelândia. "Paris Hilton? Eu acho que ela é a piada mais ridícula que existe! Apenas uma partygirl cheia de dinheiro.", exemplifica o DJ.

Famoso por seus sets-maratona (seu mínimo hoje em dia tem sido de 6 horas) ele também é celebrado por dar conta de várias possibilidades musicais, de jazz old school, hip hop e o Detroit techno, tendências que ele aplicou precisamente em seu recém-lançado álbum Tales Of a Kleptomaniac (4.3 de 5 no rraurl.com). Apesar de a definição comum da cleptomania relatar um "incontrolável impulso para roubar", e o próprio Laurent classificar DJs como os "maiores cleptomaníacos da Terra", o francês é rápido em absolver qualquer conotação negativa que o álbum possa sugerir. "Sei que é uma patologia, e é por isso que juntei à palavra tale (conto, história)", ele explica.

Isso significa que Laurent embarcou em alguns pequenos furtos quando jovem? "Não roubava em pequenas lojas, não era tão moleque assim", ele confessa, "apesar de que eu fazia outras coisas estúpidas de adolescente".

 

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24/06/2009 
- Faraz lança Álbum!

 

 


Rodrigo Farinha, conhecido como Faraz, já é conhecido deste blog, e lançou esse fim de semana seu primeiro álbum, em seu selo Pantano Beat.

Trata-se do Quasar Collection, um trabalho que reune um panorama completo do trabalho de Rodrigo em vários anos de produção musical.

O álbum recupera antigas produções como 45 degrees in the Centre e Mister Dabolina,  e mostra várias tracks que fizeram sucessos nas pistas cuiabanas, brasileiras e até internacionais.

Confira o Tracklist:

Quasar Collection
1 – Quasar.

2 – Maniac Groove (produzida com Robson Vitor)
3 – Firestone.
4 – Controller.
5 – Neo Magnetic.
6 – Kayman.
7 – Mister Dabolina.
8 – Won’t You Come Back (Pablo Mazza Remix).
9 – 49º in the Centre.
10 – Uma  Coisa Doida.


O álbum pode ser adquirido no Beatport(www.beatport.com)

 

 




25/09/2008 
- Sasha diz que se afeta com críticas

O DJ e produtor de prog house/trance Sasha disse que fica magoado e afetado quando se trata de críticas negativas ao seu trabalho.

"Sou uma alma sensível, então sim, é claro que fico [magoado]", disse Sasha. "E simplesmente não leio críticas e não leio fóruns de discussão; não me importo com esse tipo de coisa".

"Me chateia quando alguém me manda um artigo que me 'massacra', isso me incomoda, então tento não ler nada disso".

O produtor também comentou que não se importa com críticas com relação ao seu uso regular de roupas pretas. "Me 'massacrar' por usar roupas pretas é um pouco demais, eu realmente não me importo com isso", disse Sasha. "No momento elas escondem minha 'barriga de cerveja'".




25/09/2008 
- DJ AM fica ferido em acidente com jato particular

O mestre do mashup americano Adam Goldstein, aka DJ AM, e o baterista da banda Blink 182 Travis Barker ficaram severamente feridos em um acidente de avião na sexta-feira em Columbia, nos Estados Unidos.

O avião que os levava, um jato Lear Jet,  colidiu após arrematar a decolagem matando quatro outros passageiros e ferindo Goldstein e Barker.

DJ AM sofreu queimaduras faciais e está em coma induzido. Barker teve queimaduras por todo o corpo.




09/09/2008 
- Entrevista com Dj Lukas

A Quantikdjs entrevistou este mês o DJ Lukas, que atualmente vive em Barcelona, uma cidade que guarda dentro de si, uma das mais quentes cenas techno da Europa e conseqüentemente do mundo.

Segue abaixo a primeira entrevista de uma série que vê pela frente:

 

1 – Campinas é uma das cidades onde mais se ouviu e se ouve techno no Estado de São Paulo, e você foi um dos grandes responsáveis por isso. Quando começou essa trajetória e como foi o seu primeiro contato com essa vertente da música eletrônica?

No inicio das festas no Brasil, as coisas ainda não estavam tão segmentadas. Nas festas e clubes, diferentes estilos de musica eletrônica numa mesma noite. Às vezes até o mesmo DJ tocava mais de um estilo. Meu primeiro contato com o techno foi nessas festas. Foi escutando de tudo um pouco. Por algum motivo o techno sempre me chamava mais a atenção e fazia com que o meu pé batesse mais forte na pista de dança!



2 - Durante esses anos em que você vem difundindo o seu trabalho através do techno e hardtechno, muitas coisas mudaram, fazendo com que muitos DJs de techno se cambiassem para outros estilos como eletro, house ou minimal. Mas você se manteve na mesma vertente e seus subgêneros. Como você explicaria isso, o hardtechno tem um público mais fiel?

Cada artista tem uma atitude profissional diferente. Eu não julgo a de ninguém porque não quero que ninguém julgue a minha. O techno sempre esteve mudando e eu toquei e toco muitas vertentes diferentes dentro do estilo. Eu mantive uma linha de som similar porque eu me sinto bem tocando. Algo que me proporciona a dinâmica e energia que eu busco pros meus sets. Sobre o publico do hard techno, eu acho que é um publico bastante fiel, assim como o de techno no geral, é bastante fiel!



3 – Você chegou a ter um clube de música eletrônica em Campinas, o Kraft. Quais foram os momentos mais memoráveis do club? Você abriria um clube novamente?

O Kraft ainda existe porem, hoje conta com novos proprietários!
Os momentos memoráveis foram todos os dias da existência do clube. Pra citar os dois mais emocionantes, eu destacaria a inauguração e a festa de encerramento do Kraft que proporcionaram emoções muito fortes!
Eu não sei se voltaria a ser proprietário de um clube, é algo que neste momento da minha vida eu não gostaria, mas também não digo que nunca mais me envolveria. Agente vai ter de esperar pra ver o que acontece!



4 – Suas gigs diminuíram, durante o tempo em que o techno teve sua baixa significativa no país? Foi isso que te motivou a mudar-se para Europa ou você recebeu algum convite? Como isso aconteceu?

Sem duvida eu senti a crise como todos os outros DJs no pais. Porem minha vinda pra Barcelona não teve nada a ver com isso. Eu vim pra Barcelona para estudar engenharia de áudio. Encontrei um curso numa escola muito boa e bem equipada. Meu nome aqui na Europa estava ganhando bastante força e achei que era o momento de buscar novos horizontes!


5 – Você chegou a sentir essa queda do techno, na Europa?

É difícil falar sobre essa queda do techno. Eu sinto que a pergunta é direcionada a queda de uma parte do techno. Algumas vertentes do estilo e não o estilo em geral. Se você for falar no techno como um todo, considerando desde minimal até industrial, não acho que teve uma caída. Existem gigantes da cena mundial no geral que se encaixam em vertentes que são do techno. O estilo continua como sempre foi, um dos pilares da cena eletrônica mundial e um dos mais importantes e fortes estilos da cena eletrônica.



6 - Qual é a diferença de tocar techno no Brasil e na Europa? Como os DJs brasileiros são recebidos nesses países?

O profissionalismo da cena é a maior diferença. Os DJs são mais bem pagos, existe um publico maior, além de mais clubes, festas e grandes festivais. Os DJs brasileiros aqui são muitíssimos respeitados. Tanto pelos artistas quanto pelo publico. Hoje já tem vários brasileiros se destacando por aqui. Pouco a pouco agente vai ganhando cada vez mais espaço!



7 – Você já lançou vários trabalhos inclusive em selos famosos da gringa, entre eles os alemães Nerven records e Killaz Records, entre outros. Você já tem um selo? Nunca pensou em montar seu próprio selo?

Já tenho meu próprio selo sim, chama-se Hardwork records. Tenho dois sócios, o espanhol DJ Dj SPY e a brazuca Fernanda Martins.
O número 3 está quase na prensa. A recepção que o selo esta recebendo tem sido bastante boa. Estamos contentes com os resultados.

 

8– Como você vê esse momento em que o ciclo do techno parece estar voltando? Você acha que os bpm’s irão acelerar cada vez mais, e o hardtechno voltará a ser o que era antes no Brasil? Você tem se apresentado em terras brasileiras?

Eu acho excelente o techno ganhar mais espaço. Seria mais que merecido!
Não sei se os bpms vão acelerar desenfreados. Imagino que não seja assim. O Publico brasileiro sempre foi grande apreciador de techno, portanto imagino que tanto o techno quanto o hard techno e todas as outras vertentes do estilo, tem tudo pra serem maiores do que nunca!
Felizmente desde que vim morar na Europa eu tenho conseguido ir tocar com freqüência no Brasil. Eu estava super preocupado em não perder o contato com a minha terra, com minhas raízes e por isso sempre viabilizo idas freqüentes ao meu país.



9 – E pra fechar, quais são os seus projetos para ainda este ano, ou quem sabe para o ano que vem?

Este ano, concentro uma boa parte do meu tempo no curso de engenharia de áudio, que está me apertando cada vez mais. Pretendo sem duvida, seguir com as produções, buscando ao mesmo tempo, melhorar minha técnica como DJ e produtor. Continuar ralando com o hardwork também é uma prioridade. Para futuros projetos, eu penso em muita coisa. Tenho bastante interesse em estudar, abrir outro selo. E o mais importante que é viver muito e aprender mais ainda!